Ponte Nova: Concedido aumento de salário para Prefeito, Secretários, vereadores e servidores, veja como ficou

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A Câmara Municipal de Ponte Nova, que está em recesso parlamentar até o próximo dia 3, nesta quinta-feira (16), em reunião extraordinária, três projetos de lei. Um deles reajusta os salários dos próprios parlamentares, do prefeito, do vice-prefeito e de secretários, além de aumentar os vencimentos dos servidores do Legislativo.

A reunião ocorreu a partir das 11h30 e atendeu a solicitação do prefeito Wagner Mol (PSB) e da presidente da Câmara, Aninha de Fizica (PSB). Como os vereadores estão em recesso, a presidente do Legislativo publicou uma portaria para convocar os colegas à votação.


Veja como ficou os salários:

Os vereadores, que atualmente recebem R$ 5.919,17, passarão a receber R$ 6.184,35; o salário do prefeito passará de R$ 15.981,77 para R$ 16.697,75, enquanto o do vice-prefeito sairia de R$ 4.735,34 para R$ 4.947,48.

Já os secretários do município receberão R$ 7.421,21 no lugar dos atuais R$ 7.103. Os servidores do Legislativo terão, um aumento real de 1,52%, além dos 4,48% do INPC, totalizando 6% de reajuste.

Votaram contra o Projeto de Lei, os vereadores Montanha, MDB e Hermano, PT.

O projeto foi aprovado por 9 votos a favor; Pracatá, Xico Fanica, Machadinho, Zé Osório, Pessata, Sergio Ferrugem, Rubinho, Betinho e Fiota.

O vereador Leo Moreira, só participou da leitura do projeto, e justificou sua saída, porque já havia agendado compromisso naquele horário.

Não houve necessidade do voto da Presidenta Aninha de Fizica, que tem a prerrogativa de manifestar e votar em caso do pleito estiver empatado, o que não era ocaso.

Alguns vereadores justificaram seus votos a favor, mas se manifestaram o desejo de doar o valor do reajuste a alguma entidade da cidade.

A reclamação de alguns vereadores seria de que o prefeito Wagner Mol poderia esperar para esta votação acontecessem a partir de fevereiro quando começam as reuniões ordinárias. Outra reclamação foi a de que a votação do reajuste não pode ser separada, entre os funcionários e os agentes políticos.

O projeto agora vai para as mãos do Prefeito para sancionar.