Câmara enviará Moção de Repúdio ao governo do estado por atraso em salários

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Foto: Newton Pingueli

Os servidores da Rede Estadual de Educação estiveram representados na última Tribuna Livre do primeiro semestre da Sessão Legislativa ocorrida na reunião de 28 de junho. O servidor Newton Pinguelli que falou sobre a greve. Entre pontos abordados, ressaltou que, desde 2016, o Governo de Minas tem feito o pagamento de forma escalonada e que esta é a segunda vez que os profissionais da educação entram em greve neste ano. Agora, pedindo o cumprimento, no mínimo, do pagamento do salário escalonado nas datas definidas.


Quanto à greve e os problemas causados diretamente aos alunos e ao ano letivo, Newton foi enfático: “infelizmente, a categoria da educação hoje não tem outra saída. O Sind-UTE (Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais) tentou por acordo, pelo diálogo, por negociação, por vários caminhos, procurou o Ministério Público. O MP disse simplesmente ao Sind-UTE que tínhamos que aceitar o que o governo estava propondo” disse Newton que é servidor da área administrativa da educação.

Além da questão do piso salarial e do atraso no pagamento que interfere especificamente na sobrevivência dos profissionais, Newton destacou a falta de repasse de recursos do Estado para o Ipsemg e as dificuldades de se fazer empréstimos consignados.

A greve da Educação tem sido abordada constantemente pelos vereadores em plenário, especialmente, Fiota (PEN) que, desde o início tem apontado aos problemas e cobrado soluções. A Câmara de Ponte Nova encaminhará Moção de Repúdio, assinada por todos os vereadores, ao Governador Fernando Pimentel (PT) por seu descaso com os servidores da educação do Estado.