SEMSA/PN disponibiliza caneta lancetadora para controle de Diabetes

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A Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) de Ponte Nova informa que está disponibilizando uma caneta lancetadora (acompanhada de lancetas) para pacientes acometidos com Diabetes Mellitus insulinodependente ou gestacional, com a finalidade de realizar o controle glicêmico. O aparelho tem regulagem de profundidade de punção em 5 níveis ou mais, com lâmina perfuro cortante retrátil e sistema de gatilho rápido, que proporciona conforto no uso e facilidade de higienização.

Poderão receber os produtos pacientes cadastrados no Questionário de Triagem do Sistema Integrado de Gerenciamento da Assistência Farmacêutica (SIGAF), conforme norma definida na deliberação CIB-SUS/MG N° 2.164/2015, pelo tempo que for necessário.


Os interessados devem se dirigir à Unidade de Farmácia Integrada, localizada na Avenida Getúlio Vargas, nº 810, bairro Triângulo, portando os documentos pessoais (RG E CPF), cartões de saúde e prescrição médica atualizada de insulina. A entrega para terceiros só poderá ser feita mediante autorização do usuário.

O Diabetes Mellitus é uma das principais causas de amputação de membros inferiores, insuficiência renal e cegueira entre adultos, assim como de problemas vasculares, os quais representam 78% das complicações relacionadas à doença. Segundo a Sociedade Brasileira de Endocrinologia, a partir do momento em que o Sistema Único de Saúde (SUS) passou a fornecer os insumos para o monitoramento da glicemia, diminuiu-se em mais de 20% as mortes em decorrência de diabetes, além da queda significativa no número de internações por complicações. “Podemos observar um grande impacto positivo para a sociedade e para a saúde pública”, reforçou o farmacêutico da Farmácia Integrada de Ponte Nova, Gerson Moreira.

A Semsa está inovando ao disponibilizar a caneta lancetadora e as lancetas para os pacientes insulinodependentes, pois, além de cumprir com o que está previsto na legislação, estará disponibilizando um insumo que facilitará a punção. “Até agora, era distribuída uma lanceta automática de difícil manuseio, com regulagem única de punção, que tinha um custo de R$ 110 mil/ano. Com o novo modelo, estamos com uma previsão de gasto na casa dos R$ 25 mil/ano”, acrescentou.

O controle glicêmico deve ser oferecido de forma continuada para os pacientes insulinodependentes e estes devem receber suporte continuado da equipe de saúde (Atenção Básica e Assistência Farmacêutica) para garantir a eficácia do processo, além de instrução inicial e periódica a respeito da glicemia. O uso de medidores (glicosímetros) e tiras regentes deve ser individualizado e atender às necessidades de cada paciente.