Codema e Semam em parceria com Cemig para implantar rede protegida no Centro Histórico

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Foto: Alessandra, Ricardo Motta e Ionivaldo

A Cemig já fez levantamentos de campo com a finalidade de trocar a rede de energia elétrica convencional no Centro Histórica por rede protegida. A atitude da Cemig foi tomada após debates sobre podas fora do padrão feitas nas árvores locais, principalmente as sibipirunas em frente à Escola Dr. Otávio Soares, Caetano Marinho e Praça Getúlio Vargas. As tratativas envolveram o Codema, através do Presidente Ricardo Motta, e a Semam, com atuação da titular da pasta, Alessandra Regina Gomes.


Na quarta-feira, 09 de novembro de 2016 foi realizada nas dependências da Semam, Avenida Mário Martins de Freitas, 401, Vila Lanna, reunião de trabalho com o Engenheiro Eletricista, com especialização em gestão ambiental, Ionivaldo Almeida de Paula, Coordenador Ambiental da Cemig Distribuição, que tem sede em Juiz de Fora. O encontro durou mais de 02 (duas) horas com a participação de Alessandra Regina Gomes, Ricardo Motta e Ana Luiza, que é Assessoria de Serviços Urbanos e Meio Ambiente da Semam.

Na ocasião, foram discutidas as mudanças que serão feitas na rede do Centro Histórico, principalmente com a visão de que as árvores precisam ser poupadas de podas drásticas. “Acreditamos que daremos um grande passo protegendo as árvores, pois com a rede protegida não precisa haver poda, a não a ser a de limpeza de galhos secos”, disse Ionivaldo. Nova rodada de negociação, já com a presença dos técnicos e projetistas, acontecerá na segunda-feira, dia 21 de novembro de 2016, às 14 horas, no mesmo local.

Ricardo Motta mostrou-se satisfeito com a consciência ecológica da Cemig, que em 1999 implantou a primeira rede protegida na Rua Dom Bosco. Coincidentemente, Ionivaldo Almeida de Paula trabalhava na Cemig em Ponte Nova e era membro efetivo do Codema, quando a solicitação foi entregue ao Diretor Geral da Cemig, Luiz Braz Francisquini pelo então presidente do Codema, Afonso Mauro Tim Pinho Ribeiro, pelo Presidente da Paliber, Ademar Leal Soares e por Ricardo Motta, que na ocasião era Presidente da Associação dos Profissionais e Trabalhadores na Imprensa de Ponte Nova.